Black Knight

Você já leu ou ouviu falar sobre o legendário satélite Black Knight? Pois ele se trata nada mais, nada menos, do que um possível satélite artificial que orbita a terra à milhares de anos. Teria ele sido posto ali por outra civilização para nos observar? Confira.

Uma primeira possível detecção deste misterioso objeto poderia ter ocorrido em 1899, quando Nikola Tesla desenvolveu um equipamento de rádio transmissão na cidade de Colorado Springs, EUA. Logo após, Tesla anunciou que estava recebendo um sinal elétrico que parecia ser inteligente. O sinal foi claramente repetido periodicamente, com uma clara sugestão numérica e de ordem. Esse fato levou Tesla a acreditar que o sinal era algum tipo de comunicação extraterrestre. Primeiramente ele presumiu que os sinais eram oriundos de Marte. Mais tarde ele mudou sua opinião e declarou em uma de suas conferências que o sinal estava vindo de algum lugar do espaço.

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Alguns anos mais tarde, Guglielmo Marconi interceptou um estranho sinal artificial desconhecido.
Em 1927 um misterioso satélite que orbitava a Terra foi detectado por astrônomos. Muitos deles reportaram misteriosos sinais de rádio transmitidos pelo satélite. Então, em 1953, quatro anos antes do lançamento do Sputnik I, pela União Soviética, um objeto foi descoberto pelo Dr. Lincoln La Paz, da Universidade do Novo México, EUA. Devido ao fato da frequência do aparecimento do objeto aumentar, o Departamento da Defesa daquele país aparentemente apontou o astrônomo Clyde W. Tombaugh para procurar pelo objeto.
Em 1954, três anos antes de a Rússia lançar o primeiro satélite da Terra, o Sputnik I, dia 14 de Maio, inúmeros artigos fizeram uma declaração interessante do aposentado Marine Corps major Donald E. Keyhoe, que afirmava que a Terra estava sendo circundada por um ou dois satélites artificiais. Cientistas do governo dos Estados Unidos em White Sands, NM, segundo ele, estavam fazendo um esforço para localizar e determinar a origem.
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Dois documentos contábeis da história, o St. Louis Post-Dispatch e do San Francisco Examiner, mostrando a abrangência nacional da história.

Ainda em 23 de agosto de 1954, quando a revista Aviation Week declarou que dois satélites foram encontrados a 400 e 600 milhas e distância. Eles eram chamados de satélites naturais, embora tenham sido mais tarde considerado uma impossibilidade virtual (e posteriormente nenhum deles foram declarados satélites naturais).
"Pentágono assustado após observar dois satélites nunca vistos em órbita da Terra, despista alegando que os objetos em órbita são satélites naturais, e não artificiais. Dr. Lincoln LaPaz, especialista em corpos extraterrestres da Universidade do Novo México, liderou o projeto de identificação. Um satélite está orbitando a cerca de 400 milhas de distância, enquanto o outro está a 600 quilômetros da Terra. Pentágono pensou momentaneamente que os russos haviam batido os EUA na exploração espacial."
Clyde Tombaugh (descobridor de Plutão) foi encarregado pelo Departamento de Defesa para procurar o objeto misterioso.
Então, em 1957, o Dr. Luis Corralos do Ministério das Comunicações da Venezuela o teria fotografado enquanto tirava fotos do Sputnik II, quando este satélite passava por sobre Caracas. Diferentemente dos Sputnik I e II, o misterioso satélite orbitava a Terra de leste para o oeste. Os satélites russos e estadunidenses dessa época se deslocavam do oeste para o leste, pois precisavam utilizar a rotação natural da Terra para impulsioná-los em órbita. Alegadamente, operadores de rádio amador declararam ter captado transmissões de rádio do satélite, as quais teriam sido ‘decodificadas’ pelo astrônomo escocês Duncan Lunan, como sendo um mapa estelar que indicava a origem da nave em Epsilon Bootis, 13,000 anos antes.

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Em março de 1960, o satélite misterioso foi detectado orbitando a Terra. Ele foi calculado como tendo 15 toneladas, o que seria muito pesado para os foguetes daquela época. Ele também viajava duas vezes mais rápido do que qualquer satélite conhecido. O objeto teria sido avistado e estudado por muitos astrônomos nos EUA. O que segue é o que Robert L. Johnson, diretor do Planetário Adler, disse sobre o objeto: “O objeto nem mesmo tem a decência de manter um horário regular, como qualquer outro objeto celeste ou feito pelo homem… Não sabemos quando ele aparecerá… …Ele aparece algumas noites e outras não“.
Então, em 3 de setembro de 1960, ele teria sido fotografado pela Grumman Aircraft Corporation. A equipe de solo da empresa tinha ocasionalmente visto o satélite por duas semanas. As testemunhas o descreviam como sendo um objeto com o brilho avermelhado, com a órbita do leste para o oeste. Um comitê foi formado para examinar o caso, mas nada mais foi exposto publicamente.
Três anos mais tarde, Gordon Cooper foi enviado ao espaço para uma missão de 22 voltas ao redor da Terra. Na sua órbita final ele relatou ter visto uma forma verde brilhante à frente de sua cápsula, vindo em sua direção. Foi dito que a estação de rastreamento Muchea, na Austrália, para a qual Cooper reportou o incidente, também foi capaz de captar o objeto no radar, o qual viajava em uma órbita do leste para o oeste. Este evento foi reportado pela rede estadunidense de notícias NBC, mas os repórteres foram proibidos de perguntar a Gordon Cooper sobre o evento após seu retorno. A explicação oficial foi de que um defeito elétrico na cápsula tinha causado um alto nível de dióxido de carbono na cápsula, induzindo o astronauta a alucinações.

Em 1987, a missão STS-088 do Ônibus Espacial Endeavour fotografou um misterioso objeto orbitando a Terra. Foram apresentadas 5 fotos do objeto no site da NASA. As fotos claramente mostram um enorme objeto em órbita terrestre. Seria possível que a NASA não intencionalmente fotografou o satélite Black Night?
Vale lembrar que a revista Time apresentou um artigo em 7 de março de 1960, o qual reportou o seguinte:
Três semanas atrás, manchetes anunciaram que os Estados Unidos tinham detectado um misterioso satélite “escuro” trafegando acima em órbita. Houve uma especulação de que ele poderia ser um satélite de vigilância lançado pelos russos, e isso trouxe alguma ansiedade devido ao fato de que os EUA não sabiam o que estava acontecendo por sobre suas cabeças. Mas, na semana passada, o Departamento de Defesa orgulhosamente anunciou que o satélite havia sido identificado. Era um objeto espacial abandonado, os restos do satélite Discoverer da Força Aérea, que tinha saído fora do seu trajeto. O satélite escuro foi o primeiro objeto a demonstrar o eficácia na nova vigilância dos EUA no espaço. E as três semanas que demoraram para identificarem os satélite foi prova de que o sistema ainda necessita uma coordenação completa e que alguns problemas ainda devem ser solucionados…
Contudo, isto não explica os avistamentos registrados desde antes da corrida espacial. Apesar da desculpa dada pelo governo dos EUA quanto àquele incidente, será que representantes de governos podem mesmo ser confiados quando tratam de assuntos relevantes à segurança nacional de um país?

Em maio de 2011, a NASA postou fotos no website do Johnson Space Center, que ficou disponível lá por mais ou menos 1 ano e meio, até que inexplicavelmente (talvez ocultação), justo as fotos em que

apareciam o Black Knight, foram removidas. Por sorte, antes disso algumas pessoas fizeram cópias que estão disponíveis em alguns websites sobre o assunto, veja algumas:







O gráfico de Duncan Lunan

O cientista e astrônomo escocês Duncan Lunan
Os primeiros LDEs foram registrados em 1927 pelo engenheiro civil Jorgen Hal (Oslo, Noruega). Hal percebeu um inesperado eco logo depois de uma de suas transmissões. Outros LDEs foram registrados em 1928 e 1934. É muito difícil detectar LDEs. Em 2010 Rádio amador alemão Pedro Brogl (DK6NP) testemunhou novamente o fenômeno.

Em 1973 o cientista e astrônomo escocês Duncan Lunan revelou ter decodificado uma das transmissões de LDEs de 1927 e 1928 e publicou na revista Spaceflight, da Sociedade Interplanetária Britânica (BIS) os resultados. Duncan traçou uma linha central vertical da seqüência de pulso transmitida com um eixo horizontal de tempo de eco de atraso. O resultado? Um mapa estelar que foca o sistema estelar Epsilon Bostes (como era a 13,000 anos atrás visto da terra).

Gráfico feito por Duncan publicado na revista SpaceFlight
Sistema estelar Epsilon Bostes a 13.000 anos atrás
Mas não bastasse ele formar um mapa, ele usou a cabeça mais um pouco e descobriu que os pontos do seu mapa formavam uma mensagem.
Lunan foi capaz de traduzir em Inglês simples o significado dessas discrepâncias de atraso de eco, provando talvez que eles são manipulações propositais dirigidas por uma inteligência avançada.


OVNI Hoje

Nos comentários da matéria publicada no site OVNIHoje, o usuário JAM publicou um trecho do livro “O OURO DOS DEUSES” do Erik Von Däniken sob o título:

“Há 13.000 Anos – Há um Satélite Artificial em Órbita Dentro do Nosso Sistema Solar”

Em dezembro de 1927, o Professor Carl Störmer, de Oslo, soube que dois norte-americanos, Taylor e Young, captaram sinais de rádio que, retardados de uma maneira esquisita, vieram do cosmo.

Störmer, perito em ondas eletromagnéticas, entrou em contato com o holandês Van der Pol, do Instituto de Pesquisas da Philips, em Eindhoven, Holanda. Em 25 de setembro de 1928 ficou resolvido empreender em uma série de pesquisas, prevendo a emissão de radiossinais de vários comprimentos de onda, em intervalos de 30 segundos. Três semanas depois, a 11 de outubro, esses mesmos sinais emitidos tornaram a ser registrados no aparelho receptor, para onde voltaram, mas com retardamentos de 3 a 15 segundos.

O registro da recepção dos radiossinais acusou os seguintes intervalos, em segundos: 8 segundos – 11 – 15 – 8 – 13 – 3 – 8 – 8 – 8 – 12 – 15 – 13 – 8 – 8.

Treze dias mais tarde, em 24 de outubro, foram recebidos outros 48 sinais, previamente emitidos. Na revista “Naturwissenschaft”, de 16 de agosto de 1929, em seu número 17, o Professor Störmer comunicou o fato aos seus colegas.

Em seguida, surgiram teorias tentando explicar esse retardamento na recepção de impulsos de ondas curtas. Pensou-se em irradiações cósmicas ou reflexões da luz e de outros astros. Nenhuma das explicações oferecidas era satisfatória. Por que foram recebidos em intervalos irregulares? O fenômeno repetiu-se em 1929, nos dias 14, 15, 18, 19 e 28 de fevereiro e, ainda, nos dias 4, 9, 11 e 23 de abril. Em todo o mundo esses ecos foram registrados por diversos grupos, que trabalham independentemente um do outro. Dentro de um período de 15 minutos, o Professor Störmer registrou os seguintes intervalos em sua recepção:

15 segundos – 9 – 4 – 8 – 13 – 8 – 12 – 10 – 9 – 5 – 8 – 7 – 6 – 12 – 14 – 12 – 8 – 12 – 5 – 8 – 12 – 8 – 14 – 14 – 15 – 12 – 7 – 5 – 5 – 13 – 8 – 8 – 8 – 13 – 9 – 10 – 7 – 14 – 6 – 9 – 5 – 9.

Em maio de 1929, dois especialistas franceses em radioeletricidade, J. B. Galle e G. Talon, estavam a bordo do barco “Inconstant”. Sua tarefa era a de investigar os efeitos da curvatura do globo terrestre em ondas de rádio. Seu equipamento era um transmissor de ondas curtas de 500 watts com um cabo de 20 m, ancorado em um mastro de 8 m. Emitiram diversos sinais curtos e o eco repetiu-se. Entre as 15:40 e 16:00 h seus sinais voltaram em intervalos de 1 a 32 segundos.

Também neste caso não houve explicação. Essas observações repetiram-se nos anos de 1934, 1947, 1949 e em fevereiro de 1970. Entrementes, o jovem astrônomo escocês Duncan Lunan veio a interessar-se pelo fenômeno. Já em 1960, o Professor R. N. Bracewell, do Instituto Radioastronômico da Universidade Stanford, EUA, havia dito:

– Se uma inteligência alienígena quisesse entrar em contato conosco, possivelmente, isto se daria mediante a transmissão retardada de radiossinais.

Duncan Lunan, presidente da “Scottish Association for Technology and Research” – Associação Escocesa de Tecnologia e Pesquisa – tomou então a iniciativa de investigar o retardamento dos sinais. O resultado obtido era de pasmar: quando registrados em apropriado gradiente, os sinais recebidos em 11 de outubro de 1928 deram o mapa da Epsílon-Erídani, estrela fixa, 103 anos-luz distante da Terra.

Lunan pesquisou, em seguida, todos os dados existentes dos anos 20 e 30, que permitiram a identificação inequívoca de toda uma série de estrelas. Medições do eco retardado possibilitaram a confecção de seis mapas celestes diversos; todos esses mapas deram ampliações da área ao redor de Epsílon-Erídani. Este fenômeno foi comentado pelo Prof. Bracewell da seguinte maneira:

“Os mapas celestes, confeccionados em base da análise de Lunan podem ser interpretados como uma possibilidade de comunicação, tentada por uma inteligência alienígena. Se quero comunicar a alguém, cujo idioma desconheço, de onde provenho, então valho-me, preferivelmente, de uma imagem, de um meio visual. Constitui para mim motivo de satisfação o fato de a “British Interplanetary Society” dedicar estudos aprofundados a esse eco. Esta pesquisa poderia culminar com uma descoberta aterradora. A sonda descrita por Lunan nunca poderia ser avistada da Terra, nem com o telescópio mais potente.”

No periódico “Spaceflight”, 1973, Lunan publicou os resultados dos seus cálculos até então realizados, sob o título Satélite de “Spaceprobe from Epsilon Boötis – Prova do espaço, da Epsílon-Erídani”. Ele chega à conclusão de que, há 12.600 anos, está orbitando dentro do nosso sistema solar um satélite artificial, que tem armazenado um completo programa informativo para a humanidade. O computador a bordo desse satélite estaria programado de forma a reagir a ondas de rádio, provenientes da Terra, sempre que a sua própria posição em relação à Terra for propícia para uma recepção.

Os sinais terrestres vêm sendo registrados e devolvidos no mesmo comprimento de ondas, com retardamentos racionais. Mais cedo ou mais tarde, os receptores na Terra devem ficar sabendo de que se trata. Lunan é de parecer que, até agora, recebemos as seguintes informações desse satélite desconhecido em nosso sistema solar:

De acordo com Duncan, a mensagem – SPACE PROBE FROM EPSILON BOOTIS diz:
“O nosso Sol natal é Epsílon-Erídani. Trata-se de uma estrela dupla.
Vivemos no sexto de sete planetas, a contar, partindo do Sol, que é o maior dos dois astros.
O nosso sexto planeta tem uma Lua, nosso quarto planeta tem três luas; cada um de nossos primeiro e terceiro planetas tem uma Lua.
O nosso satélite encontra-se em uma órbita de sua Lua terrestre. Pela constelação de Epsílon-Erídani, a sua idade pode ser calculada em 12.600 anos.
Não é concebível que uma sonda interplanetária fizesse uma viagem dirigida e programada de 103 anos-luz.”

Apollo 10

Apollo 10 foi a quarta missão tripulada do Programa Apollo e a segunda a ir à Lua, onde testou o Módulo Lunar em órbita do satélite, chegando a sobrevoar a superfície a 15 km de altura, numa preparação para o voo da Apollo 11, a missão seguinte, que pousaria na Lua pela primeira vez dois meses depois.
Em uma das fotos que ela tirou, apareceu um objeto muito estranho, que estão especulando ser o Black Knight

Olhe no círculo vermelho. Você pode ver essa foto publicada no site da NASA aqui.
Detalhe do estranho objeto registrado pela Apollo 10

Como sempre, o governo oculta e nega o assunto, mesmo com tantas evidências os fatos são distorcidos. E você, o que acha?

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